Estratégias de Custos

Custo de insumos industriais: desafios para o setor sucroalcooleiro

Mesmo que o trabalho das usinas não tenha sido interrompido durante a pandemia de coronavírus em 2020, uma vez que é considerada atividade essencial, o setor sucroalcooleiro também sentiu o impacto do avanço da Covid-19. Além das consequências econômicas derivadas da crise sanitária, os produtores de cana já enfrentavam problemas devido à queda do preço do petróleo e ao alto custo de insumos industriais. O etanol, por exemplo, vinha sendo vendido abaixo do seu preço de custo, o que levou muitas usinas a cogitar a interrupção da nova safra.

Tal perspectiva fez com que entidades representativas do setor encaminhassem para o Governo Federal um documento-manifesto solicitando auxílio das autoridades. Dentre as reivindicações, um programa de warrantagem (quando o produto é usado como garantia em empréstimos bancários), restituição da competitividade do etanol e isenção temporária da carga tributária aplicada no etanol hidratado.

Entretanto, um antigo problema torna a situação das sucroalcooleiras ainda mais delicada: o custo dos insumos industriais. Uma pesquisa analisou comparativamente os custos de produção da cana-de-açúcar e mapeou os principais, do plantio até a colheita. Sem surpresa, os gastos com insumos foram os maiores, seguidos de investimentos em mecanização, depreciação dos equipamentos, mão de obra, despesas administrativas e arrendamentos.

Neste artigo, iremos discutir um pouco mais a respeito dos custos de insumos industriais no setor sucroalcooleiro. Vamos entender melhor, também, o que afeta o preço desses materiais e o que o produtor pode fazer para reduzi-los. Acompanhe.

Custos de insumos industriais no setor sucroalcooleiro: os principais desafios

A aquisição de insumos para os produtores de cana-de-açúcar sempre foi um dos maiores gargalos para o setor. Avaliar o uso destes é um dos temas mais importantes na gestão agrícola, pois faz com que ocorram menos desperdícios. Uma das características deste segmento é predominância de gastos fixos, desta forma, a produtividade da lavoura é a melhor maneira de fazer com que o custo médio da produção seja reduzido.

Um estudo do Instituto de Pesquisa e Educação Continuada em Economia e Gestão (Pecege), com o fechamento da safra de 2018/2019, mostrou que os gastos fixos ainda são os grandes vilões da lucratividade do setor. Na região Centro-sul, por exemplo, o custo médio total é de R$110,70 por tonelada, enquanto no Norte-Nordeste o produtor gasta R$113,39 a cada tonelada produzida. Para diminuir este impacto, existem apenas duas soluções: produzir mais ou investir em insumos de qualidade superior.

Isso porque, dentre os custos fixos, não incidem apenas os gastos com materiais. A manutenção, de acordo com a CONAB, também deve figurar entre as despesas recorrentes, que independem da lucratividade da safra para continuar incidindo sobre o bolso do produtor. Desta forma, o correto planejamento das rotinas de manutenção, assim como a escolha dos melhores insumos para realizá-las, pode ser um ponto de melhoria para aqueles que pretendem diminuir esses gastos.

A fragilidade da cadeia de suprimentos e seus efeitos no setor sucroalcooleiro

A pandemia de Covid-19 em 2020 evidenciou um problema que há muito vinha sendo discutido: a dependência das importações de insumos para a cadeia produtiva brasileira. Em 2018, um documento intitulado “Indústria e o Futuro do Brasil”, já alertava para os riscos de ligar a produção tão diretamente ao mercado exterior.

No caso do setor sucroalcooleiro, grande parte dos insumos e fertilizantes utilizados são importados, o que deixa o segmento à mercê das variações do dólar e de políticas externas. Frente ao fechamento de fronteiras e interrupções nas importações e exportações, diversos setores do agronegócio precisaram rever, imediatamente, toda a sua cadeia de abastecimento.

Como os lubrificantes corretos auxiliam na economia e produtividade do setor

Assim como a manutenção, a depreciação do maquinário também é um custo que deve ser considerado fixo. Desta forma, o lubrificante correto auxilia na economia ao aumentar a vida útil do equipamento, reduzir o número de paradas não programadas e na redução do consumo de fluido, o que impacta no intervalo de troca.

Case de sucesso: como o agronegócio ganhou performance com PETRONAS Hydraulic 68

A Petronas Lubricants International, conduziu, junto a um dos maiores grupos sucroalcooleiros do Brasil, análises que mostraram que o uso de lubrificantes sintéticos no maquinário garantiram um saving de cerca de 45%. Na companhia, que conta com 1.700 máquinas agrícolas, a economia mensal gerada pelo PETRONAS Urania K 10W-40 atingiu mais de R$180 mil, o que representa um saldo de mais de R$ 2 mi/ano (31%). 

O lubrificante multiviscoso, 100% sintético, é recomendado para uso em motores a diesel com ou sem injeção eletrônica e que atuam sob condições severas, como é o caso do setor sucroalcooleiro. O PETRONAS Urania K também proporciona total proteção contra desgaste e formação de depósitos, mesmo depois de um longo período de uso. Por conta da sua graduação viscosimétrica balanceada, garante facilidade na partida a frio e, consequentemente, economia de combustível na hora de ligar os sistemas.

Outro produto que mostrou resultados surpreendentes foi o PETRONAS Arbor MTF BF. Junto a outro cliente, que possui 983 máquinas, a PETRONAS analisou o desempenho do lubrificante semissintético ao compará-lo com um de composição mineral. Os equipamentos costumavam alcançar a marca de 400 horas trabalhadas sem substituição de fluido e acarretavam um gasto anual superior aos R$ 2 mi com a troca do óleo.

Com a utilização do PETRONAS Arbor MTF BF, as máquinas passaram a trabalhar por 600 horas, 50% a mais que o desempenho obtido com o lubrificante anterior. Consequentemente, os custos com substituição caíram consideravelmente, totalizando R$ 1.300.000,00. Ou seja, neste caso, foi alcançado um saving de 45%.

O produto foi desenvolvido para atender a lubrificação de equipamentos pesados que utilizam um único fluido para transmissão, diferencial, sistema hidráulico e freios úmidos. O PETRONAS Arbor MTF BF contém aditivos antidesgaste, anticorrosivos e antiespumantes, o que resulta em um lubrificante que atende aos requisitos de performance exigidos pelos principais fabricantes de máquinas agrícolas. Sua utilização impacta diretamente na vida útil de engrenagens e rolamentos, além de proporcionar a supressão de ruídos dos freios.

Embora grande parte dos insumos necessários para o setor sucroalcooleiro sejam difíceis de encontrar no mercado nacional, muita economia pode surgir com a aquisição de lubrificantes específicos para o trabalho na lavoura de cana-de-açúcar. A escolha apropriada, como evidenciado pelos testes realizados pela PETRONAS, pode fazer muita diferença para os cofres das usinas.

Entre em contato com a equipe PETRONAS e solicite um orçamento.


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